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- IMPORTANTE ! - |
Objetivo
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Este site foi criado para tornar conhecidas a cidade de Boca e as iniciativas que lá estão sendo desenvolvidas. Qualquer pessoa que estiver interessada em fazer contato, enviando seus comentários e/o sugestões, poderá fazê-lo escrevendo ao endereço postal ou enviando um e-mail. |
Aqui estão alguns links interessantes:
Comunidade de
Boca:
Via Unita' Italia - Tel. 0322-87129
Email: comune.boca@libero.it
As Associações:
Pro Boca - Para a Comunidade de Boca - Via Partigiani 7
A.V.I.S. Boca -
Ass. Naz. Alpini - Boca
G.S. Boca Calcio - Clube de Futebol
Parco Naturale del Monte Fenera - Parque Natural do Monte Fenera
Restaurantas tipicas
| "Ori pari" | Via Partigiani 9 - Boca | www.collinenovaresi.it/gastronomia/Ristoranti/Osteria_ori_pari.htm | Tel. 0322-87961 |
| da Paniga | Via Maggiora 86 - Borgomanero | www.dapaniga.it | Tel. 0322-82259 |
| il Cardellino | Reg. Santuario di Boca | Tel. 0322-87502 | |
| L'antico sapore Agriturismo | strada vicinale Bellaria 3 - Cascinetto di Boca | Tel. 0322-866953 | |
| La Lampara | Via Valazza 72 - Baraggia di Boca | Tel. 0322-866978 |
Nosso
endereço email
boca.italy@infinito.it
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De 16 maio a 7 junho 2009.
MOSTRA DO VINHO LOCAL ADEGA DE DEGUSTAÇÃO EM VIALE PARTIGIANI 9 |
38ª Mostra e lançamento |

| Com o
nome "BAUCA" e depois, em latim, com "BOCHA", chamava-se todo o vasto
território sobre as colinas que abrangiam os dois vales
contíguos, na bacia dos rios Strona e Sizzone, em
áreas fronteiriças aos territórios de
Cavallirio, Grignasco, Rasco, Castgnola, Zuccaro, Soriso, Borgomanero e
Cureggio. A antiga possessão era composta pelas áreas habitadas do Plazo (actual Boca) e Muzano (hoje Maggiora). As vilas eram circundadas pelos antigos vinhedos que ocupavam a parte baixa das colinas, vizinha às casas. Já no ano 845, BOCHA devia ao Episcopado tributos que eram pagos em vinho ou animais. Foi ainda domínio do Comitê de Pombia e, depois, em 1025, com o decreto imperial de Corrado II, passou ao Bispo de Novara. Em 1194, passou, sucessivamente, aos Condes de Biandrate, aos Vercellesi (1217) e, novamente, aos Condes de Biandrate. Destes últimos, passou para a Comunidade de Novara. Em 1311, o castelo, que então pertencia aos Guelfos (membros de Autoridade Papal na Itália medieval) Cavallazzi, foi destruído por Ghibellini. Em seguida, ao passar ao domínio de Galeazzo Maria Visconti e ao separar-se da cidade de Novara, a região foi outorgada como feudo, em 1402, a Francesco Barbavara. Em 1449, o Duque Francesco Sforza estabeleceu a divisão entre Muzano (Maggiora) e Boca a qual, em 1514, passou ao Visconde de Aragona e, ao final do século, aos Senhores Viscardi. Enfim, em 26 de Janeiro de 1675, o feudo foi vendido aos Rovido que o mantiveram por todo o século XVIII. Em 1738, o território passou a fazer parte do Piemonte, com os Savoia. A partir da Carta Régia, de 7 de Março de 1797, cessaram os privilégios feudais que foram definitivamente cancelados durante o império napoleônico. |
FOTOS HISTÓRICAS
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Para
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AS VINHAS
A cultura da uva é uma prática
antiqüíssima e os primeiros e antigos camponeses se
preocupavam sobretudo com a quantidade em lugar da qualidade. Foi
consequentemente à colonização romana
que se difundiu a poda dos vinhedos; a qualidade do vinho melhorou de
tal forma que este chegou a ser usado como moeda e seu valor de troca
tornou-se uma fonte segura de ganhos, o que favoreceu o assentamento
das populações.
As vinhas continuavam a ser cultivadas com o chamado sistema "ad altena" ou seja, amparadas pelas árvores. Alcançavam grande altura e a colheita (conhecida como vindima) se realizava com o emprego de escadas. Após o ano 1000, foram os monges beneditinos de San Nazzaro Sesia que ensinaram aos cultivadores, pela primeira vez, como realizar o plantio das vinhas, prendendo-as à estacas fincadas no solo, sustentando os seus galhos com ripas de madeira colocadas transversalmente, como uma grade. Foi ainda graças a racionalização das podas que se aprimoraram os métodos da vinicultura. Já em 1300, podem-se encontrar as primeiras referências ao vinho de Boca nas crônicas de Pietro Azario de Novara, nas quais ele celebrizou esse vinho como um produto "sem igual". No século XVII, iniciaram-se, com novas técnicas e ferramentas, a formação de vinhedos regulares mantendo o seu alinhamento transversal às encostas das colinas, utilizando-se ainda o recurso de canaletas.
As estacas verticais nem sempre suportavam o peso dos cachos de uva e,
de vez em quando, desmoronavam. Foi o arquiteto Alessandro Antonelli de
Maggiora, construtor do Moinho Antonelliana - hoje símbolo
de Turim - e do Santuário de Boca, quem primeiro descobriu
uma solução prática para o problema,
colocando as estacas oblíquamente ao solo, de modo que a sua
inclinação compensasse a força de
tração exercida pelo peso dos galhos cheios de
cachos de uva. Dessa forma, criava-se uma
situação de equilíbrio. Tal sistema
ainda continua sendo utilizado em vinhedos mais antigos e se chama
"quadretto maggiorino" ou pequeno quadrado maggiorino.
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O Santuário
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O Santuário
de Boca surge na metade do caminho entre Boca e
Grignasco, na estrada que passa em meio a bosques frondosos.
Até poucas décadas, era circundado por vinhedos.
Sua origem remonta a uma capela que se encontrava a 1 Km. da Vila e,
mais precisamente, à pintura da cena representando um Divino
Crucifixo, com um anjo que recolhe em um cálice o sangue que
jorra das chagas das costelas de Jesus. Uma singela
representação, sem maiores pretensões
artísticas, mas que é um chamamento à
fé para os viajantes.
A devoção pela capela cresceu e se difundiu na metade de 1700, após a cura de um jovem e à libertaçao de um mercador que fora atacado por bandidos. O fluxo de devotos tornou mandatória a contrução de uma primeira igreja o que, por sua vez, demonstrou ser insuficente na medida em que crescia o comparecimento de crentes. Chegou-se, desse modo, ao majestoso templo que se vê atualmente e que foi obra de Alessandro Antonelli. A primeira pedra fundamental foi colocada em 1822 e a construção terminou, apos grande esforço, em 1917. Antonelli nao pôde concluir a edificação que de fato demonstra nao ter atingido a altura prevista no projeto para a sua agulha - ou torre principal - e o mesmo projeto foi bastante modificado por successivas intervenções e restaurações. Além disso, em 1907, o Santuário sofreu um grave desmoronamento. A igreja paroquial dedicada a S. Gaudêncio e que se encontra no centro histórico de Boca, é uma construção do século XVI, ampliada com as naves laterais em 1682 e, com o altar-mor de mármore, em 1786. Em 1968, por sua condição de instabilidade, foi em parte demolida, conservando-se apenas a lateral do altar. É intenção da paróquia e da cidade restituir-lhe a antiga beleza. |
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